A Menina do Coração Tagarela

Esse coração fala demais.

10 Vantagens de se namorar um Headbanger

1 - Headbanger na moda?

Se você é uma daquelas preocupadas em que roupa vai vestir, passa horas olhando no espelho a procura do conjunto certo, aqui você tem a solução. Para um Headbanger roupas novas não é uma opção. Se pudesse já comprava uma camisa preta desbotada e uma calça já furada. Ou seja, andando com ele, você sempre estará mais bem vestida.

2 - Concorrência

A maioria das mulheres que você poderia considerar concorrência, que vivem nas festas e procurando homens ricos, nunca ficarão atraídas pelo seu namorado headbanger. Além disso, a população feminina em shows de rock é muito menor, às vezes quase nula, fazendo com que você possa dormir sossegada quando ele vai a um show sozinho.

3 - Cabelo

Headbanger normalmente é cabeludo, então você, mulher que assiste a Ana Maria, pode esquecer tudo o que ela fala e pegar dicas de beleza capilar com seu namorado, afinal, a única parte do corpo que ele cuida e preza são suas belas madeixas.

4 - Baladinhas

"Balada" é uma palavra sem significado para o namorado Headbanger. Ele abomina esses locais profanos de música (música onde??) ruim. Dançar um "Tuncs Tuncs" e sair na Night desfilando com seu carro do ano seria um sacrilégio. Então fique tranqüila! Shows de Rock são raros.

5 - Caça

Uma das preocupações das namoradas em geral é saber que, quando seu namorado sai sozinho, pode estar saindo para "caçar". Um Headbanger não sai pra caçar. Quando ele sai para um Show de Rock, ele vai para curtir o show. Ele não é gay, mas prefere ficar olhando para 5 homens suados que estão no palco ou tomando uma cerveja com seus amigos.

6 - Economia

Red Bull com Red Label pra ele não é bebida, é uma boiolisse. Você verá como seu namorado é econômico. Com certeza ele fará mais quilômetros com um litro de Raiska com uma coca genérica. Os gastos serão menos de 10% do que vocês gastariam numa noitada naquela boate maneira (bleargh).

7 - Cultura

A maior força do rock é baseado nas suas músicas com críticas sociais. Ou seja, ao namorar um headbanger você poderá conversar sobre sistemas de governo, situação política atual, meio ambiente e não se o Belo já saiu da cadeia, se a Britney Spears está grávida de novo ou outro assunto idiota.

8 - Segurança

Andar com seu namorado Headbanger é motivo de segurança. Com o coturno, calça de couro, roupa rasgada, normalmente nenhum bandido tem coragem de se aproximar. Mesmo sendo ele tão feroz quando um coelhinho, o que vale é a impressão que ele deixa.

9 - Sinceridade

Hey mocinha... Se você está com ele é porque gosta mesmo e com certeza ele sabe disso e a considera muito. Afinal, amar aquele trapo preto esfarrapado é pra poucas. Se você também é um trapo preto esfarrapado e ele está com você, tenha certeza que só ele e sua mãe conseguem gostar de você de verdade.

10 - Uma flor de pessoa

Acredite... A cara de mal exibida pelo seu namorado Headbanger é só fachada. Atrás dela mora uma pessoa carinhosa e gentil que faz aquela cara carrancuda só para mostrar pros outros quem manda. Tudo isso com o intuito de proteger você dos urubus que estão de olho na sua carniça.

Monte o Brasil

Uma brincadeira legal, mas que é bem educativa..
Você sabe cada espaço destinado aos estados brasileiros?
Pois bem, brinquem um pouco!!!

http://www.cambito.com.br/games/brasil.htm

Revista Rock Meeting #15

A infância dos anos 90

Pois bem, àqueles que nasceram antes ou no começo dos anos 90 poderá muito bem lembrar-se do que vai ser mostrado aqui. Agradeço ao Douglas Sbar pela recordação maravilhosa e, como um amigo falou: "eu era uma criança muito besta em comparação com as crianças de hoje". Eu sinto o mesmo. Quem nasceu nesse período, pode ter certeza, foi muito mais criança, viveu muito este universo infantil das que podemos presenciar atualmente.
Agora, viagem!!! Enjoy!



• Não existia Orkut
• Garotos de 13 anos usavam roupas recomendadas pela mãe
• Mc Donalds custava R$ 4,50
• Biscoito Fofy existia 

 • Meninas de 11 anos brincavam de boneca
• Meninos de 13 anos assistiam Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z


• Existia Chiquititas e não Rebeldes
• Plutão ainda era um Planeta
• Festas de 15 anos não eram eventos/shows
• As músicas tinham coreografia
• Tênis de luzinha era essencial
• Kinder Ovo era 1 real
• Quem não lembra do chocolate da Mônica? 


• Pessoas REALMENTE se conheciam e não por Orkut
• Maquiagem era coisa de gente grande
• Fotos não eram tiradas para serem colocadas no orkut e sim para recordarem um momento
• Pra saber da vida de alguém só lendo os cadernos de perguntas que fazíamos
• Crianças tinham Bichinho Virtual TAMAGOSHI e não Celular

• Não existiam emos 
• Se mandava cartinhas pra dizer que amava e não emails ou scraps.
• Merthiolate ardia
 • Comprava vários biscoitos da Elma Chips só pra pegar o Tazo 
  
 • Dava prazer de ficar em casa aos Domingos só pra ver TV. • A moda era ter um star tac

 















 • Quem nunca telefonou usando ficha neste  telefone.

  
• Olha O BIP.....................

• Material Escolar
Caneta 10 cores
Toque mágico
 GULOSEIMAS
Fru-Tilly
Balas Juquinha



 

DIVERSÃO

Atari
Bat Beg
Quem nunca ficou com a unha do dedao roxa??????

Jaspion
Jiban
Jiban














Geloucos
Pirocoptero
 CALÇADOS



MORANGO DO AMOR - BRILHO

 

Perdendo a memória


Imagem: Curta Teresa. Edição feita por mim.
          Já é manhã. A cidade acordou e eu continuo deitada à espera da vontade de levantar surgir. Um clarão forte chega até os meus olhos e me impende de continuar dormindo. Então, resolvo levantar.
        Depois de descansar os pensamentos, acordo e vejo várias fotos. É assim todos os dias. São lembranças boas de momentos únicos que raramente voltarão a acontecer. Apesar deste acontecimento singular, uma foto em particular me deixa intrigada.
          Eu realmente não vejo a mesma foto com os mesmos olhos e com a mesma carga emotiva. Eu não consigo enxergar do mesmo jeito como foi ontem. A cada manhã ela tem um sentido diferente, mas não falo de bons momentos, hoje, esta foto, tornou-se o símbolo de mudança, de incompatibilidade, de dúvida. Não sei ao certo, mas o seu verdadeiro sentido está sendo levado para um lado que não contempla as boas lembranças.
           São muitas situações, das coisas que eu sei não quero questionar, por mais que as dúvidas apareçam; não quero julgar. Antes a foto emanava uma alegria tão imensa que me fazia reviver cada momento que foi vivido no dia em que foi feito o registro.  Eu sempre olhava para ela de uma maneira tão singela, boa, pura. Agora, eu vejo dúvida, culpa, desânimo, silêncio, muito silêncio. Perturbador!
            É um silêncio tão perturbador que eu não tenho ação, não posso reagir, não consigo pensar. Eu lamento. É só o que tenho feito. Eu não consigo compreender, só consigo pensar que ‘culpa tenho eu?’ ‘O que foi o que eu fiz?’
            A cada vez que olho para a foto, eu não enxergo mais a pessoa que está ali, eu não a reconheço mais, talvez, ou sim, eu nunca tivesse a conhecido. Dói. Muito. Não esperava. Não sei se acabou. Fica, apenas, uma lembrança tão boa de algo tão recente que parece que foi vivido há anos e essa pessoa foi embora daqui. Que o passado se perdeu e apenas ficou a imagem para recordar.
           A cada vez que olho para a foto, eu tenho a vontade de chorar, sim, chorar, criticar, perguntar. ‘Por quê?’
           Sei que a cada vez que olho para a foto, me faz sentir culpada. De que? Não sei. Esta sensação me deixa incomodada. Eu já não sei o que pensar, o que dizer. De tudo o que eu gostaria de dizer parece, hoje, incompreensível, palavras ao vento, não tem qualquer valor.
           A cada vez que olho para a foto, me dá vontade de não vê-la mais, tamanha é a minha ira. Mas quando eu penso no que representou aquele momento, tenho em mente que aquele momento não pode se perder, não pode levar a culpa do que hoje é vivido.
           Quem sabe, a qualquer hora, aquela foto volte a ter o mesmo feeling que tinha antes. Eu quero que volte. Preciso. Sim... desejo!
           A cada vez que olho para a foto, eu enxergava uma pessoa forte, apesar de suas fraquezas e seus declínios era forte. A sua força me ajudou. Hoje sinto que é a pessoa precisa e não abre o caminho.
           A cada vez que olho para a foto, fico mais entristecida.
           A cada vez que olho para a foto, eu gostaria apenas de dizer ‘estou aqui’.
           Acaba o meu dia, é noite. Já não vejo a foto com tanta nitidez, mas eu sei que ali está a imagem de uma pessoa que se tornou estranha para mim.  Passa um filme, mas o final não é tão feliz. Na verdade eu não queria um final, só queria uma continuidade. Vou dormir, descanso as minhas ideias. Acordo e o sentimento não morre, fica cada vez mais forte.
          Agora, perdida, eu não tenho rumo. De tantos casos semelhantes, e pelas mais variadas razões, esta tem sido a mais difícil de entender, de compreender, de aceitar. Eu acho que perdi!!

Revista Rock Meeting #14

Revista Rock Meeting nº 13