A Menina do Coração Tagarela

Esse coração fala demais.

Cuidado quando for dormir

Estou abrindo uma exceção dentro do meu blog para postar isso que achei. Muito interessante isso. Alerta para aqueles que querem fazer suas tatoos. Claro, fazendo com uma pessoa correta, é tranquilo!!!
Vejam só o que aconteceu com essa garota belga.

A belga Kimberley Vlaeminck entrou com processo contra um tatuador que, segundo ela, fez em seu rosto 53 tatuagens além do que ela havia pedido. A jovem de 18 anos disse ao jornal belga Het Laatste Nieuws que pediu três pequenas estrelas no lado esquerdo do olho. Mas quando acordou, sentindo dores, o romeno Rouslain Toumaniantz, 37 anos, desenhava no nariz dela a 56ª estrela.

Segundo a garota, Toumaniantz pode ter se confundido por falta de domínio do francês. “Acho que ele não entendeu o que de fato eu queria”, disse a jovem ao Het Laatste Nieuws. Já o tatuador romeno apresentou uma versão diferente. De acordo com ele, Kimberly pediu as 56 tatuagens. “Depois que o pai viu, ela começou a ficar desesperada”, afirmou ao mesmo jornal.

Agora que o rosto da jovem parece a constelação de Andrômeda, Kimberley Vlaeminck vai processar o estúdio de tatuagem do romeno, na cidade de Courtrai (Bélgica). Ela espera conseguir uma indenização de cerca de € 10 mil (aproximadamente R$ 27 mil), para remover os desenhos. “Não vou pagar pelo tratamento. A única concessão que posso fazer é dar um desconto. Se ela está tão insatisfeita, pode me pagar apenas 50 euros, que é o preço de quatro estrelas”, afirmou Toumaniantz ao tablóide inglês The Sun.

A preguiça bateu

É inevitável não ter preguiça.
Mas estou produzindo uma continuação para A Taverna das Ilustres Memórias
Ainda não terminei, mas já tem meio caminho andando.

Hoje quero postar mais um selo que recebi.
[Estou me acostumando com isso]
Recebi de Wanessa Pimentel do blog
Nessullius
E como sempre.. Eu agradeço pelo carinho e preferência também.




Seguem as regras:

01. O selo deve ser exibido, assim como a pessoa que lhe enviou;

02. Você deve indicar cinco, nem mais, nem menos, apenas 5 blogs para recebê-lo;
03. Avise os blogs premiados;
04. Definir você, seu blog e qualquer outra pessoa ou coisa em apenas uma palavra;
05. E por fim, você deve escrever: MEU BLOG É NOTA 10, afinal, é isso que o selo diz, e se recebeu é porque é mesmo…

Meus indicados são:

Toca do Tatu
Sanatorium B
Iza Sweet
Música: Um sentido de vida
Twisted - Metal Online


Pois bem, o MEU BLOG É NOTA 10.
Não sou convecida assim, mas já que disseram que era.
Quem sou eu para dizer que não é?

Selo de Qualidade

Eu acho que o meu blog tá viciado por selo ^_^

Agora é o selo de qualidade.
Recebi de Wanessa Pimentel do blog Nessullius.
Desde já agradeço o reconhecimento e espero que o blog corresponde as expectativas nos próximos post.

Obrigada guriona ^_^!!!
Deus abençoe nina...

Repassar o selo para mais 5 blogs que costumo visitar.

Toca do Tatu
Música: um sentido de vida
Nessullius (vou repassar)
Sempre temos o que escrever
Terra Interessados

Selo - Lista de Desejos

Parando um pouco com a rotina dos textos.
Fui convidada a participar dessa brincadeira e eu espero ter entendido.
Mas vou avisando que, para os leitores de A Taverna das Ilustres Memórias, a estória não acabou, surpresa para os próximos dias.

Ganhei este selo de Wanessa Pimentel do blog NessaTullius
A brincadeira é assim:

1 - Repassar para 10 blogueiros:

Paulo
Carol Galuppo
Túlio Carlos
Carlos Nepoziano
Marcos Filipe
Larissa Wilson
Salomão Miranda
Sionelly Leite
Estevão dos Anjos
Paula Félix

2 - A pessoa selecionada deve fazer uma lista com oito coisas que gostaria de fazer antes de morrer.
3 - É necessário que se faça uma postagem relacionando estas oito coisas e é necessário que a pessoa explique as regras do jogo.
4 - Ao finalizar, devemos convidar oito parceiros de blogs.
5 - Deixar um comentário para quem nos convidou.

Lista de Desejos:

1. Trabalhar no que realmente gosto: Esporte e fotografia;
2. Viajar pela Europa (de verdade) - dar uma de mochileira;
3. Conhecer a China e alguns amigos que tenho lá;
4. Viajar pelo Brasil e conhecer também alguns amigos;
5. Ver minha mãe bem;
6. Casar e dançar tango na hora da valsa;
7. Ser feliz;
8. Ter dinheiro para fazer tudo isso ai! ^_^

Espero ter feito como se deve ser!
Valew Nessa! Obrigada sempre pelas suas visitas.
Deus te abençoe guriona :P

A Taverna das Ilustres Memórias - Final

Os dias foram passando, a neve já começa a derreter sobre o tempo frio, o sol morno não consegue alcançar o chão. O que estava sendo esperado não podia acontecer diante do caos que aquele vilarejo assombrava. Mesmo assim, toda a aurora romântica pairava sobre os semblantes de Ulrich e Amelia. As árvores, sombriamente, davam o contorno de como seria os próximos dias em Avalon, pelos seus galhos secos transformavam em tons diabólicos os seus movimentos ao tocar do vento. Ninguém espera por uma situação irreal, mas a vida deste jovem casal estava por finalizar.

Não sabia ao certo. Um confronto entre os reinos estava acontecendo. Um mensageiro do Rei chega a Avalon para convocar todos os cavaleiros que haviam sido dispensados para retornar para mais uma batalha em nome de Sua Alteza e em nome do lugar em que eles vivem. O nobre lorde vai até a Taberna onde se encontram a maioria deles. A convocação é feita. Ulrich recebe a notícia e espera amanhecer para contar a sua amada. Era noite e parecia que não queria acabar. Em sua choupana, no alto da colina, Ulrick reserva suas forças para anunciar a sua ida para a batalha sem imaginar qual será a reação de Amelia.

Finalmente amanhece. O sol nasce entre o frio daquele final de inverno em Avalon. Eis que Amelia bate a porta. Ulrich atentamente fala-lhe do acontecido. Não foi uma boa hora.

- Amelia, recebi um chamado e devo cumpri-lo, sei que estamos a pouco tempo juntos, mas quando voltar, não sei quanto tempo levará, nunca mais aceitarei tal oferta e conceberemos o nosso matrimônio.

Não gostando muito do que o jovem proferiu, a moça retruca.

- Eu não gosto nada disso, tenho maus pressentimentos, não quero que vá. Mas se é uma ordem do rei... Prometa-me que terá cuidado e que voltará para mim.

Com seus olhos rasos de lágrimas a bela moça não resistiu e deságua sua frustração nos braços do seu amado que acalenta sua dor. Ao mesmo tempo em que é uma oportunidade para estar cada vez mais junto.

A despedida e o Fim

O dia chegou. Amelia vai ao encontro de Ulrich para prestar os últimos cuidados e reforçar a promessa que o moço fez para ela. Os dois não aguentam a ansiedade de toda a atmosfera e se abraçam num longo e perfeito sentimento que os une. Toda despedida é trágica e sem precedentes. Este dia não era como os outros, o vento que tocava a face com um tecido de seda já não rasgava com tal sutileza, o tempo estava mais frio e os pássaros se recusavam a cantar. Talvez fosse um anúncio do que estava por acontecer.

Os meses foram se passando e a angústia aumentando. Três meses e nenhuma notícia. Já era verão aquele mês, estava tudo mais colorido e um dia lindo para fazer qualquer atividade matinal se não fosse por uma estranha situação. Apenas se ouvia um cavalgar, ao longe, afoito, como se estivesse com pressa. O cavaleiro chega até o vilarejo de Avalon. Desce do seu cavalo. Pergunta a cada um dos moradores se alguém conhece Amelia e poucos puderam dizer onde ela estava. Então o cavaleiro foi a Taberna saber se alguém a conhecia. Até que o informam.

Amelia estava na casa de Ulrich admirando a beleza do lugar quando uma presença interrompe sua manhã. Na ilusão de que fosse o seu amado, ela chama por ele.

- Ulrich, você voltou como prometeu, estava...

Assustada como se tivesse visto algum mal a sua frente, o nobre cavaleiro acalma a jovem moça e pede para que seja forte.

- Amelia, suponho.
- Sim, sou eu.
- Vim aqui, de muito longe, para te dar uma notícia.

Aflita e ansiosa, Amelia ouvi atentamente cada palavra daquele homem.

- Eu sinto muito Amelia, Ulrich não poderá cumprir a promessa que fez a você, estava voltando para este vilarejo quando houve uma emboscada e os cavaleiros do outro reino surpreendeu a tropa. Ninguém escapou! Conseguimos resgatá-lo vivo, mas não resistiu. Ele me pediu para entregar isso a você. Bom, tenho que ir, já completei a minha missão.
Amelia ouviu cada palavra, o seu coração foi se partindo a cada instante que Ulrich estava longe dela, seus olhos ficaram pesados e segurar as lágrimas foi inevitável. O sonho de um estar ao lado do outro não será cumprido. O par de anéis que seriam para os dois, já não tem o mesmo sentido. E o que o dia que poderia ser alegre tornou-se infeliz e cheio de lágrimas.

A Taverna das Ilustres Memórias - Parte IV

Passaram-se meses depois da volta do moço ao vilarejo e nada de tão emocionante acontecia para cortar toda tranquilidade que havia ali. Até que certo dia o sossego foi quebrado, ladrões estavam rondando a região na tentativa de roubar a Taverna. Era noite e os invasores chegaram ao lugar que desejavam furtar. Amelia e Ulrich estavam no momento. Acontece uma briga, e alguns viajantes tentam ajudar, assim como. Com toda a confusão o moço se machuca depois enfrentar um dos ladrões que, com sua espada, atinge o Ulrich no braço e o surpreende com um agressivo golpe pelas costas. Ele cai no chão desacordado. Amélia entra em desespero. A investida dos ladrões foi em vão, no entanto, o jovem estava ferido com alguns cortes e machucados pelo corpo, o sangue jorrava no salão da Taverna.

Amigos de Ulrich o levam para um dos quartos da Taverna e Amelia fica cuidando dele. Enquanto estava limpando os ferimentos de Ulrich, ele acorda e a primeira visão que tem é dela ajudando a sanar sua fraqueza temporária. Com um belo sorriso a moça o traz para vida novamente após sofrer alguns infortúnios em defesa da Taverna.

Passado alguns dias após o incidente na Taverna, já recuperado do susto, Ulrich fica a repousar na beleza do horizonte que é o cenário principal de sua morada. E pensa no que vai fazer para sua amada. Ele, finalmente, tem por quem lutar. Amelia era a pessoa que buscava, mas não enxergava. Estava cego pelas atitudes vividas e perdeu muitos momentos ao lado dela. Amelia sabia que ele fazia o seu coração palpitar cada vez mais, no entanto, não tinha certeza que ele sentisse o mesmo.

Era inverno, todo o cenário colorido foi apagado pelo branco da neve. Não era possível imaginar que a beleza que vista do alto da colina tinha outro tom, mesmo assim, ganhava outro sentimento. Ulrich convida sua amiga para ir até sua casa. Prontamente, assim o faz. Mal esperava que aquele dia fosse o mais importante para a vida de ambos e o significado do que aconteceria.

- Amelia, tem uma coisa que gostaria de falar-te e sempre fugia do assunto por não ter coragem de dizer, mas hoje eu tenho certeza e confessarei tudo o que quero.

Ao ouvir cada palavra dita, e ver a reação do jovem, Amelia não suporta toda a carga emocional que paira sobre o momento. Fica sem acreditar no que ouvia, mas era o que desejava escutar. Por muito tempo esperou e, enfim, à hora chegou e não sabia como resistir. Completamente feliz e ansiosa não teve reação alguma. Um breve silêncio tomou conta. Ulrich não tinha mais uma palavra para dizer, mesmo assim pergunta.

- Então, o que você pode me dizer? Amelia nada falava, a emoção foi tremenda que silenciou todas as suas palavras. Este pode ser o momento que muitos esperam ter na vida e ela estava tendo o dela. Continuando o silêncio, o moço não sustentou a pressão que sentia e apagou o vazio do momento com um longo e esperado beijo. Tudo o que preocupava foi esquecido nos minutos que prosseguia o ato. Amelia não acreditava que finalmente o dia chegou, as suas aflições acabaram com aquele beijo e só imaginava o que poderia surgir de bom para a vida dos dois.

É bem verdade que a vida proporciona alegrias e tristezas, não podemos premeditar nada, pois as ações acontecem quando devem acontecer e ultrapassar os desejos pela afobação gera constrangimentos e leva o caos para uma vida inteira. O que tinha de ser feito, aconteceu, o que vem logo mais é um mistério. E agora? Viver seria uma boa resposta, muito embora, este viver esconde situações que ninguém imagina passar. Mal sabia os dois que algo estava por vir. As surpresas são bem-vindas desde que sejam agradáveis e não sendo torna-se uma catástrofe na vida de quem aceitou.

A Taverna das Ilustres Memórias - Parte III

No dia seguinte Amelia decide visitá-lo mais uma vez, era um dia tempestuoso, as águas que caiam do céu impediam de ela ir ao encontro do moço, mas não desiste e vai assim mesmo. Vai subindo a colina encharcada e, devido à chuva, tem muita dificuldade de chegar até a choupana, vai segurando entre as árvores que servem de guia até chegar à morada de Ulrich. Molhada, suja, despenteada, com frio, finalmente, chega até a casa dele. Surpresa! Ele não está. Sem qualquer explicação ela continua lá na tentativa de esperar por ele. A chuva continua a cair sobre aquele vilarejo e a paisagem que antes era maravilhoso por suas cores e formas agora tem um tom melancólico e escuro. Ela continua esperando pelo seu querido amigo e nada de ele aparecer, esperançosa continua no mesmo local. E continua chovendo!

É chegada a tarde e nada de Ulrich, preocupada Amelia decide ir embora, e assim o faz. Todos os dias a jovem foi até o alto da colina para encontrar o seu amigo e ele não chega. Por muito tempo ela fez o mesmo trajeto. Vai até a Taberna, onde ele costumava ir, para saber se ele disse algo a respeito de sua saída do vilarejo.

- Taberneiro, por favor, tu conheces Ulrich e gostaria de saber se tens alguma notícia dele, todos os dias subo até o alto da colina e encontro sua casa fechada. Ele não me disse nada, sabes de alguma coisa?

E ele responde.

- Ele apenas disse que irá passar alguns dias fora e disse, também, que tem alguém que ele deve lutar.

Amelia sai da Taberna frustrada e um pouco esperançosa. No período que passou a ir a colina começou a nutrir um sentimento incomum para ela. Não sabia que nome poderia dar, sentia e com muito fervor.

Passou-se muito tempo até a volta de seu amigo e ela estava na porta a sua espera. Ele estava diferente, uma aparência mais serena, mais segura e mais jovial. Ela não percebe que ele chegara de sua longa jornada. Meio que de surpresa ele chama por ela. Amelia salta em seus braços e felicita sua volta. Eles permanecem em um longo e caloroso abraço como se os dois já possuíssem uma vida juntos. E ficaram a contemplar aquele fim de tarde que era um dos mais belos. Após toda a recepção Ulrich leva a moça para casa.

Amanhece e logo cedo Amelia sobe a colina para encontrá-lo mais uma vez e estava ele como se estivesse esperando por ela, sorridente. Ao chegar lá, quase que sem fôlego, Ulrich entrega uma flor para ela e a única coisa que poderia fazer naquele instante era sorrir. A manhã era uma das mais lindas em todos os tempos. Não havia semelhante cor do céu ou do lago, nem o campo era tão verde, tudo favorecia para ser um dia inesquecível. E foi!

Amélia não esperava por nada apenas queria estar com a pessoa que nutri suas esperanças de ter uma vida feliz, mas não sabia se era possível, achava impossível de isso acontecer, acreditava que ele foi à busca de sua amada e ela só queria estar perto dele mais uma vez antes que ele se fosse novamente. Ulrich foi contando o que se passou durante sua ausência.

- Amélia depois daquela visita que me fez e me questionou sobre a minha resposta eu me dei conta que deveria fazer alguma coisa para a minha vida. Antes de ir passei na Taberna, tomei um pouco de hidromel, falei com o taberneiro e fui embora. Durante esse um ano que estive fora percebi que tinha alguém por quem lutar e encontrei. Conheci muitas pessoas, foi muito bom para mim este tempo fora e foi o suficiente para mostrar por quem realmente lutar.

A jovem apenas ouvia o que ele tinha a dizer sobre suas experiências fora do vilarejo, ela sem muito que dizer exprimiu o que fazia durante este tempo sem ele estar presente, imaginando ela que não teria de enfrentar a pior notícia, ele só queria ver as intenções dela a fim de ter certeza do que ele já tinha em mente.

- Ulrich, meu amigo, no dia em que soube que havia viajado eu estava aqui na porta de sua casa, molhada devido à forte chuva que caia e passei a fazer isso quase que todos os dias na esperança que você voltasse, conversei com o taberneiro e ele me falou que você tinha ido e disse que foi lutar por alguém, fico feliz que tenha feito isso. E como já sabe, quando você voltou estava aqui à sua espera. E acredito que a pessoa que você escolheu será muito feliz ao seu lado.

O rapaz acompanhou cada movimento dos olhares e da maneira que Amélia falava e percebeu que sua ida para o mundo não tinha sido em vão. Meio magoada e tristonha volta para casa. No outro dia ao entardecer Ulrich vai até a casa dela e convida para ir a Taverna. Estava cheio o lugar, muitos viajantes e alguns moradores estavam lá. Escolheram uma mesa mais reservada e conversaram sobre muitas coisas, mas a intenção de Ulrich era ter certeza de seus sentimentos pela moça e a cada momento sabia que ele tinha por quem lutar.