A Menina do Coração Tagarela

Esse coração fala demais.

Qual será o meu caminho?

Diante de tantos parâmetros a serem seguidos, qual deles irei escolher? Nem que já estivesse com a resposta certa não saberia dizer qual era, são infinitos caminhos que levam a lugares variados e agora só me resta a procurar por um lugar que não há ninguém para perturbar, mandar, encher sua mente com acusações ou obrigações. CHEGA! Não suporto mais tanta pressão, indefinidamente não compreendo certas ações que me causam dor e lamento... Apenas pesares que me leve a um descompasso do limiar crítico do que busco... Sempre sonhe comigo era o que gostaria de ouvir ou de saber que existe, mas em alguns momentos sinto que tudo isso é uma ilusão que põe em mim ou, pelo menos, me fazem acreditar, devido a isto muitos os instantes bons que presenciei foram perdidos. Como gostaria de que as pequenas coisas que o ser humano pode desfrutar eu pudesse também. Já não enxergo mais além, meus olhos fechados para um mundo que existe e crio o meu segundo opiniões e vontades alheias. Será que eu tenho vida ou simplesmente sou obediente? Eis que fica a questão e não sei como respondê-la. Independente do que seja eu vivo! Apenas isto, gostaria muito de saber o que há sobre mim que me impedem de fazer o pouco do que já não tenho, sempre sonhei com algo sublime que fosse incapaz destruir, mas vejo que nem isto me é assegurado. Não sei mais por onde ir, nem qual o caminho que devo seguir, segundo as vontades alheias, sei que não faz por maldade, vai para onde menos gosto.

Fácil quanto sorrir

Se a vida fosse tão fácil quanto sorrir eu desistiria agora do que eu penso, do que desejo, do que tanto amo, do que eu já conquistei, no entanto, algo me prende não me faz voltar atrás das minhas vontades e das minhas loucuras... Muito bem sei o quanto sofro por pouco que seja e mesmo assim não demonstro nada do que sinto... Agora não tenho muito que temer nem o que sinto não doem mais, nada do que me fizerem servirá de muita coisa, embora alguns fatos ainda me deixassem no chão pelo simples motivo de serem prioritários e ínfimos ainda assim. Tudo o que gostaria era reconhecimento, nada mais do que isso!!! Não digo profissionalmente nem qualquer outra coisa, talvez reconhecimento da minha própria existência que inexiste para alguns e é esquecida e ignorada por outros que nem cogito dizer quem é... Seria muito lamentar isso agora, mas não é muito tarde para exprimir o que quero dizer com poucas palavras ou gestos que subtendesse qualquer atitude que vir a ter... Fatalidade? Talvez. Razões? Muitas. Opiniões? Diversas. Coragem? Não há... O que há comigo então, murmurações não guia os meus passos nem amplia a minha visão desfalecida de ilusões, de propósitos inacabados, de uma vida cheia de mentiras e reações falsas. O que seria sentir isso? Nada? Algo?Realização do meu ego ferido? Rastejante pelos lugares sombrios da minha mente, não encontro um refúgio e o lugar que sempre sonhei já não existe mais, para que vivo ainda? Se os meus sonhos foram enterrados por meia dúzia de palavras, por desconfiança, por descréditos, por mim também. Resistir até poderia, não faria muita diferença neste momento... O que mais desejo neste momento é estar só, num lugar onde ser humano algum conseguiria chegar, no mais isolado lugar. Sei que sentiria falta do que já tenho, mas esse seria o remédio para a minha dor ou caso contrário darei um fim para tudo... Não com a morte, mas iria para este lugar ressentida do que já fiz e conquistar tudo outra vez. Momentos repletos de incertezas e a incapacidade alheia almejando pelo meu fracasso, quem sabe tenha conseguido, quem sabe retornou ao mais tranqüilo lugar onde qualquer pessoa não estaria... E neste lugar eu irei!!!

Bom...
devido a alguns problemas de cunho técnicos
não tenho postado
muuito em breve estarei voltando..

Ao lado possui alguns links de blog amigos
que tem download para cd's e dvd's e programas...
Aproveitem!!!

Permita. Deixe-o entrar!

Às vezes é necessário acontecer à perda para significar
algo a alguém, no entanto, este é um meio suplico de reconhecer sentimentos e ações. Na perda todo homem faz um reflexo de si, de suas passagens, de todas as suas atitudes... Apenas as mais belas sensações podem alcançar pilares tão altos que muitos caminhos são percorridos até ser, merecidamente, completos. É como um filme. Tudo o que foi vivido, todos os sorrisos, brigas, choros, conquistas são lembrados um momentos antes e ficam as dúvidas perante decisões tomadas, escolhas, lutas. Fecham-se os olhos. Existe alguma coisa que não pode entrar no coração? Retire-o hoje e faça-o feliz, faça-o cada lágrima ser enxuta, salve a alegria alheia, corra em busca da felicidade; o orgulho te cega, esta é a hora, acabe com os laços. Como está a sua vida? Se entregue e tudo será transformado, cabe a ti responder pela mudança. É triste, lamentável. Não calarei... Até estar presente e bem. Que Ele bata a sua porta e permita-O entrar ou permaneçam inertes as loucuras e ao sofrimento de quem nunca sofreu realmente. Mas nada há um fim realmente; o que poderei seguir? Caminhos largos ou estreitos? Facilidades repentinas constroem um muro irreal e facilmente será derrubado com um sopro. Sem mesmo um chão, alguém para guiar cada passo, tente encontrar um abrigo que seja longe, muito longe, pois só assim conquistará o que não pensas e verá o que deixou de bom para trás na tentativa da fantasia. Se toda fábula fosse perfeita não seria lida, seria vivida e só as coisas ruins seriam postas em livros nos mais distantes lugares e que a sua localização fosse impossível. Embora o real não seja tão obstante desta vida, ou não! Alguns vivem no mundo paralelo ao seu e outros se limitam a poucos passos e muitos imaginam com o melhor e este até chegam a níveis altos e alegremente exibem suas conquistas... Consoante as variáveis existentes há tristezas que não são consoladas e dores intermináveis e como deixá-las então? De alguma forma tem que sair, basta querer mudar. O que se pode, enfim, dizer do que é esperado do início do ciclo de crescimento até seu fim: é mudar. Simples e tão brusco, tão longe do alcance das mãos e difícil de ser compreendido. Agora o homem reflete seus atos e segue sem destino à procura da bonança que não vem... E na perda, só assim, sinto o que ninguém sente: amor próprio, amizade, compaixão, perdão e sinceridade. Fatores tão leves, de significados fáceis de falar e que percorre caminhos que vão além do que os olhos podem ver. É engraçado, é complicado, é bom. No fim, tudo acaba, mas só é o recomeço.

Download

Para aqueles que gostam de música
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do pop ao black metal
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Sempre sonhe comigo IV


A doce Amélia desiste da sua própria vida ao permanecer na mesma situação ao tentar esquecer o seu amor. De tantos encontros e reencontros pelos lugares que costumavam realizar seus momentos inesquecíveis: virou um tormento... Sem muita escolha decide ficar aprisionada em sua casa, afugentando o seu anseio ferido, a sua mágoa, o seu amor partido e consolar com o vazio, a solidão profunda e mergulhar num oceano sem fim. Ela querendo sonhar para não acordar e ver os estragos causados pelo seu amor de nada ajuda. Fechando os olhos contempla o tormento do passado feliz, de belos sorrisos, de felicidades; ao contrário de sua situação atual, Amélia é fria para acalmar-se e sente cada passo do seu coração, de sua mente perturbada com as alucinações do carinho que recebia do seu amor. Ele que sofre por não tê-la mais, pense em algo para ao menos pedir o seu perdão, uma vez que ela nada falou. Inusitadamente ele resolve ir até a casa de Amélia para dar um ponto final e acabar com toda agonia e saber o que realmente o espera. Mesmo que Amélia não entendesse as atitudes de seu amor, ela ainda morre de amor por ele e sente o quanto é estar sem. A vida de ambos mudou completamente depois do que houve. Passados messes ele vai à casa de Amélia para convencê-la de seu verdadeiro amor. Ela não está em casa. Amélia viajou para longe, muito longe e nada avisou ninguém sabe para onde ela foi. Ao chegar a casa dela, ele percebe que ela já não está lá e cai ajoelhado a porta da casa e ali grita por ela que não pode ouvi-lo. Como seu coração dilacerado, sua alma cansada, seu ego sofrido e necessitando de carinho, Amélia segue para o mais alto lugar da cidadezinha em que morava. Nesta casinha longe de qualquer pessoa, ela recosta sua vida a práticas simples e individuais... Aprende a ser mais insensível e racional; sua emoção é esquecida, foi deixada para trás junto com as suas lembranças e seus sonhos. Agora sonha com algo maior, com algo que faça apagar tudo de sua memória e acrescentar boas novas neste novo período, neste ciclo vicioso e desconfortante. Ele já não sabe mais o que fazer, procurou por todos os lugares e nada, percebe que por um momento que a perdeu para sempre... Anos se passaram Amélia volta para a sua cidadezinha, ninguém a reconhece pela mudança que teve, mas o seu coração ainda bate pelo seu amor, adormecidamente. Ao chegar a sua casa o seu corpo estremece, seu coração palpita mais rápido. Arruma tudo e sai para cumprimentar os conhecidos e um deles se aproxima e diz: Ah, Amélia! Como é bom tê-la entre nós novamente, durante este tempo você fez falta para nós, no entanto, o seu amor já não está mais conosco... E contando o que aconteceu, Amélia enche seus olhos de lágrimas e desolada entende que não terá a oportunidade de dizer ao seu amor o que sempre sonhava: o quanto o amava... O seu amor se foi e o sonho acabou!

Sempre sonhe comigo III

Mesmo tendo encontrado o seu amor, ela – Amélia – não está conformada em perdê-lo e deixá-lo ir, escorregando entres seus dedos o grande sonho da sua vida. Mas lamenta mais ainda por seu amor não ter sonhado como deveria, deixou de compartilhar momentos agradáveis, deixou de ver além e sonhando pequeno esbarrou em dúvidas e lamúrias. Já em casa depois do encontro inesperado com o seu amor, Amélia, chora novamente por não saber o que fazer, até mesmo pela falta de um sonho mais concreto, o seu amor caiu em uma farsa que a vida põe no caminho e ele caiu nessa. Inconformada, magoada e iludida Amélia está agora. Foram meses sacrificando o que não lhe traria um futuro, meses de dedicação, meses de cumplicidade... Ah! Amélia não pode esquecer cada canto de sua casa que lembra o seu amor, de alguma maneira, um chamado a porta, discussões que acabavam sendo resolvidas; foram várias as demonstrações de carinho eterno e o seu amor correspondia à altura, no entanto, Amélia não compreende o que houve de errado, qual foi o motivo do fim, e se pergunta sem obter resposta... Passam os dias; trancafiada em sua casa, ela não sai, não quer ver as pessoas, não quer enfrentar o mundo, o seu sonho acabou e resta congelar-se para poder esquecer o que está sendo difícil. Certo dia Amélia sai de casa acompanhada com seu desgosto pela vida e suas lágrimas intermináveis, indo para o mesmo lugar que encontrou o seu amor permanece lá contemplando o lugar e mais consciente não chora, lamenta. Depois de muito tempo neste lugar, volta para a sua casa percorrendo os mesmos caminhos, as pessoas que a vêem passar têm medo de cumprimentá-la, embora compreendam a dor que Amélia tem sentido, pois certas passagens da vida de cada pessoa que a vê já sofreu como tal e tentam ajudá-la, preferem deixá-la sozinha. O seu amor perto dali estava e sofrendo da mesma forma que Amélia, tenta arrumar uma forma de reconquistá-la. Enquanto murmura por uma volta, ele consegue – finalmente – vê-la caminhando pelos lugares que foram importantes para ambos. Amélia andava distraída e o seu amor maquinava algo, até que o reencontro é feito. Ela o recebe com a maior frieza possível, ele com um sorriso estampado em seu rosto não esconde que está feliz por estar diante dela. Amélia friamente diz: O que você está querendo com isso? Sinto muito meu querido, esta pessoa já não é mais para ti, esqueça-me, pare de sonhar, não se iluda, eu estou bem sem a sua presença. Inconformado e observando que nada do que ela diz é verdade, responde: Eu sei o quanto errei, arrependido estou e não estou satisfeito com a minha vida, sem você eu nada sou, eu te peço perdão! Mesmo com a um semblante frio Amélia se desintegra por dentro, mas não cede aos pedidos do seu amor. Ele cabisbaixo volta para onde saiu e ela o deixa sem resposta. Ainda que todos os esforços fossem aceitos, Amélia continua sonhando.