A Menina do Coração Tagarela

Esse coração fala demais.

Sonhe sempre comigo II

Aos poucos ela vai reconstruindo sua vida acabada pelo seu amor quando ele já não insistia em tê-la ao seu lado. E ainda aos pousos ela sobrevive sem ter caminhos a prosseguir, sem ter orientações, sem ter o seu quase e eterno amor. Ela sonhava, e como sonhavam em ter felicidade, em ter liberdade em ter um lugar para contar estórias, o que ela tem hoje é o desprezo, o desejo, o encontro com o real que para ela é o sonho que tenta despertar a cada minuto e não consegue... Ao lembrar-se do seu amor chora, lamenta, sorri e cai em prantos covamente, uma vez que tinha pensado que o seu amor era profundo demais para ser ferido e sofrer como ela, apenas ela, saber do que se trata... Ao ouvir canções que representava o sentimento, a cumplicidade entre eles, não desiste de viver, pois sabe que o melhor ainda está por vir na sua vida; enquanto isso murmura, enxerga, reclama aos quatro ventos sobre sua infelicidade, sem resposta... Chora! Desesperadamente não consegue manter-se em casa e sai. Observando cada lugar onde esteve presente a o lado do seu amor, entristece mais e chora menos. E como seria isso? Não há mais lágrimas. O que ficou foi uma mágoa profunda. E andando encontra o seu amor na rua como se estivesse a sua espera, sem acreditar no que via continuou a andar. O seu amor a chamou para conversar, mesmo magoada, aceitou. Então, foram para m lugar calmo e longe de perturbações. Ele tentando reconquistá-la, ela ainda sofrendo pelo o que aconteceu, ouvia cada palavra e sentia algo q pulsava mais forte e não queria sentir. A sua vontade era de senti-la, sentir mais perto, de poder abraçá-lo tão forte a ponto de ouvir o seu coração do seu amor, esta era sua vontade e ele querendo o mesmo. Até que ambos se entre olharam e não resistiram. Abraçados! Ficaram por muito tempo assim, até que ela olha para o seu amor e diz: Este é o fim, o fim de um sonho que sempre sonhei e você nunca parou e observou isso em mim. Desta vez ele é quem chora e ela sai daquele lugar. Ela volta para a sua casa para continuar sempre sonhando.

Sempre sonhe comigo

Sempre sonhando deixou de lado à realidade que cercava, agora vivendo de ilusões lamenta por não ter conquistado sua própria liberdade... Ao seu grande amor perguntou e não soube responder; a visão é pouca e discernimento falho para uma mente fraca, ainda sim continua a questionar ao seu amor porque ele já não está com ela, porque a deixou que caísse e não a segurou, porque ele não sonha... Dentre inúmeras desilusões, finalmente respondeu, ela ouviu atentamente casa palavra, cada expressão dos sentimentos dele, observou sua voz trêmula ao dizer cada frase e, certamente, chorou... Banhada em lágrimas em tanto murmurar sues anseios ao seu amor vive os segundos como uma eternidade, não crê que aquilo acontece e abalada retruca a ação do seu amor: vivi e sei o quanto sofri, sempre sonhando que estava e você não percebia, sendo eu uma menina indefesa e cheia de encantos, desprezou-me perante as poucas vezes que deixou de olhar para mim e entender ao menos um sorriso que compartilhei contigo e nada fizeste para contemplar o infinito horizonte comigo e realmente estou sonhando por não acreditar que tal menção falou a mim e agora... Agora deixo que este tempo seja curto e proveitoso. Não quero, não agüento e o desprezo. Tentando engolir cada palavra, ele não suportou e disse: Sempre sonhei com você, sempre pensei em estar ao se lado e não imaginava um instante sem ti... Ela, exaustivamente, saiu daquele âmbito. Foi caminhando para algum lugar, todos que a viam pela rua não entendia o motivo que a levara a andar e desaguando num choro, praticamente, eterno. Suas esperanças haviam sido desfalecidas no instante de declaração do seu amor e desposou-se à beira de algum rio e ali ficou para aguardar em silêncio e compreender o que aconteceu... Vendo as folhas caírem, o vento tocar seu rosto enxugando as lágrimas que não cessavam, ouvindo o canto dos pássaros que não agradava mais como antes ela descansa. O seu amor estando a sua procura para se redimir não a encontrava, ela ainda descansa à sombra da árvore que ajuda a ceifar e enterrar sua dor profunda por alguém ter desfeito seu sonho. Ele acha encostada jogando pedrinhas a sorte, sem perceber sua presença, ele contempla o que nunca tinha feito, ele observa de outra maneira e acaba percebendo que já não se faz presente na vida dela e vai embora. E ela sofre, sofre como se houvesse retirado algo, e foi, o seu amor a deixou e quebrou o seu sonho tão real e só ele não entendeu. Nesse momento ela, sempre sonhando, continua a sua ida sem ele e concebe forças que não entende, mas ganha e decide resistir... Sempre sonhe comigo foi o que ela dizia para o seu amor; hoje ela diz para si o contrário: sempre sonhe comigo esquecendo-se de mim, um novo dia está por vir e eu não estarei aqui, para pedir novamente... Deixe-me e irei ao encontro do sonho que sempre sonhei.

Set me free

This life could be so easy, but action each person not so good… I being stranger for all things, do not understand my reason that need to awake ever the past explain everything about deep silence or nothing of my mind. I cannot realize the love forever, I tried daring dreams, without my soul I’m nothing; feel good senses create parallel world for the trust… While alive, be continued with greed alone or with somebody… I trust in You, I unlike all, I hate it, I love all. To do dead my dark things to put end the body, so close. So far… Run away, far away; come on with me, I not scary, I’m lovely and loneliness. Help me anybody! Father, help me!

As crises da minha vida

De acordo comas crises da minha vida, agora estaria em desacordo com as teorias esquecidas e complexas. Pelo fim do tempo de momentos agradáveis e transformando em algo estranho e dedicado a interromper o curso normal da seqüência da minha vida. Como sempre deveria seguir o caminho de uma maneira linear e nesse desequilíbrio causou relações desarmoniosas criando um ambiente hostil sem pretensão de alegria... Nesta subjetividade alheia aos objetos necessários no processo retardado de um sentimento desviado, sem lago para continuar, falaria de várias vertentes impunha medidas agressivas, mas como fim do tempo, o fim da esperança, o fim do amor desconhecido nada pode resistir a não ser o próprio silêncio que não irá ser quebrado devido a atitudes semelhantes à crise da minha vida desfalecida e enfraquecida por atos bobos que trouxe consigo um mundo imaginário dificultando o acesso da liberdade e da solução para a crise da minha vida.

Far away

Tão longe estarei em qualquer lugar, estaria disposta para reconhecer fatos, encontrar caminhos, buscar respostas no infinito tão perto e tão complexo. Sendo de vários momentos estabelecendo emoções difusas e inexistentes que até então não explica e deixa de contribuir sentimentos favoráveis acrescidas de criações mais abertas e quase perfeita... Sonhando com um mundo distante, ela vai esperando por ser reconhecida, por ser ela mesma, por ter alguém em meio a tantos “ninguéns” que a cercam... Mesmo assim nada encontra, nada acrescenta, nada e nada... É percorrendo; é um semblante assustado regido pelo medo do estar sozinho, e sem mesmo o seu eu perdido nos mais falsos lugares, exaltações, complicações, sofrimento... Esquecer do que passou já nem funcionará, já fita conseqüências outras devido à elevação da interpretação. Ela só quer ser alguém, ser – apenas – chamada pelo nome. E sendo de tão longe, ela não está aqui; desistiu de si e até o fim lamentar por acreditar a vida ao próprio destino que apagou suas lembranças e agora deixa de sê-la. Ainda que lutando a importância é inacabada, é restrita... É tão longe que perdeu o caminho e agora ela não pertence, não ouviu seu nome, não ouviu um pedido... Por estar tão longe foi esquecida.

A face maquiada

Pelos contrastes à vida possui caminhos difusos em meio à estrutura quase harmônica natural. Mesmo que a mudança seja necessária não é feito, nada é criado, nada é conquistado... Grandes são as ilusões diante da singularidade abstrata das formas, ainda que possa ser justificado não é o suficiente e perde seu valor. O básico é tão complexo, é tão irreal para um mundo imperfeito. Conteúdos, lamúrias, problemas, várias perguntas sem respostas, sem fundamento, sem liberdade ao observar, ao estudar, para complicar. O que deveria ser simples torna-se objeto de desejo de quem pensa e objeto de ganância, ódio, conflitos; a própria vontade desfalecida carente de sentimentos humanos verdadeiros, são praticamente máquinas movidas pelo ter... Esquecendo daqueles que migram de rua em rua atrás de um olhar sorridente, de um apego contente, embora seja uma minoria que assusta pela condição irracional, assusta pelo seu ser desprovido de força, de esperança. De qualquer maneira, esta beleza não é falha, não é extraordinária, ela – apenas – constrói o que todos já sabem e não percebe, com humildade, a face do real maquiado pelo olhar humano.

While

Enquanto a vida continua em seu movimento alongado e sem pretensão por esperar alguém, ela segue no seu ritmo normal. Sem perder seu rumo normal ainda crê no encontrar de novas rotas para esquecer o que está deixando para trás junto com sua esperança desmerecida, desfalecida, morta... Suas experiências de um novo trilhar foram sendo desfeitas por atitudes mesquinhas e inúteis, muito embora deixou um vazio enorme no alcance de qualquer situação semelhante. Lágrimas já não sustentam em seus olhos, o sol já perde seu brilho natural, o verde já não é mais verde, até respirar tem sido difícil... Tentando encontrar soluções cai no primeiro levantar, enxugando sua mágoa em sua cidadela das sombras em meio à neve que recobre e congela seu coração ferido; enquanto houver gelo ali estará, fechando para o mundo, esquivando-se dos medos e opressões psicológicas, observa o campo coberto de branco, sem nada o que fazer sem cores no lugar que está... Sua vida descolorida rege seu futuro imediato, melancolia seguida de sofrimento, ódio e dor é como irmãs, a vingança perde sua força... Enquanto estiver tudo calmo nada atrapalhará, o sentimento esquecido – agora congelado – não oferece mais perigo, a solidão é um triunfo num depósito de ingratidão; o ser largado e estranho não pertence ao mesmo segmento. Ainda desposando sua imperfeição não encontra uma saída, não encontra o que perdeu certa vez, nada tem neste momento, perdeu o seu caminho, esqueceu da sua vida e seu coração de gelo não funciona mais; mesmo sobrevivendo não tem força, não têm amigos, não há alguém que a ajude, sua própria natureza não facilita ajuda... Ainda que tente entendê-la, não será; suas virtudes transviadas, sua delicadeza amargurada, enquanto dormi ao sussurro frio do alto do campo branco descobri que já não é a mesma e foge da frieza do lugar, só que uma vez congelado só um outro mais quente que poderá transformá-lo no que ele era, como não há ninguém, continua fria...